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    Estratégias de coaching para alta performance de equipes

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O gerente eficaz procura enxergar as pessoas, incluindo ele próprio, como uma oportunidade.

Ele sabe que somente os pontos fortes podem gerar resultados.

Peter Drucker

         A busca pela alta performance de equipes é um permanente desafio para as empresas e organizações em qualquer setor da sociedade moderna, visto que a necessidade de rápidas respostas à um mundo globalizado, com constantes mudanças nos ambientes internos e externos, do desejo das empresas para se manterem competitivas em seus mercados e da crescente concorrência empresarial, são drivers que motivam estas organizações a racionalizarem suas estruturas, descentralizarem suas operações, redesenharem seus modelos de negócio, e a buscarem redução de perdas e otimizarem seus resultados; – todos estes fatores demandam a necessidade de grande capacitação de seus funcionários em todos os níveis hierárquicos, tornando-se uma questão de sobrevivência empresarial; – para gerenciar todo este processo de mudança, é necessário o desenvolvimento de lideranças que sejam verdadeiros treinadores de suas equipes (“O Leader Coach”), eles precisam estar preparados para conduzir e motivar seus liderados a conquistarem seus objetivos pessoais, e acima de tudo a vencerem os grandes desafios enfrentados pelas organizações do século 21.

          Para facilitar essas mudanças e a criarem vantagens competitivas para suas organizações, os gestores são cada vez mais desafiados a redesenharem suas estruturas de pessoal, voltando-se para a alta performance empresarial. O design de equipes é um pilar estrutural da plataforma empresarial, fator que possibilita a conquista dos objetivos organizacionais, através da criação de equipes multifuncionais, revisão das funções estratégicas dos times de trabalho, estruturação de metodologias para gestão de projetos, formação de equipes auto-gerenciadas, adequação de equipes multidisciplinares para resolução de problemas, programas de manutenção e suporte a Clientes, outro pilar que complementa esta plataforma é a implementação de programas de participação nos resultados para seus colaboradores como contrapartida organizacional.

          Competências essências para um Leader-Coach

         O primeiro passo para a formação de lideranças capazes de gerenciar as demandas das novas equipes deste mundo globalizado, precisamos conhecer quais são as competências fundamentais que estes lideres precisam desenvolver; para tanto um excelente estudo foi feito pelo renomado consultor norte-americano Stephen Covey em seu livro Liderança Baseada em Princípios (Campus 2002), segundo Covey um líder deve possuir as seguintes características:

    •  Estão continuamente aprendendo: sua competência e capacidade de realização de tarefas estão sempre em expansão.Desenvolvem novas                 habilidades e interesses. A maior parte da energia para o aprendizado e crescimento é espontaneamente gerada e auto-alimentada.

    •   Estão voltados para o serviço: encaram a vida como uma missão e não como um fardo. A cada dia se colocam voluntariamente à disposição             do serviço, e o fazem de boa vontade. Irradiam energia positiva: têm aparência agradável e feliz.

    •    Sua atitude é otimista, positiva e seu espírito é entusiasta, esperançoso e cheio de fé. Acreditam nas outras pessoas: acreditam no potencial               subjacente de todas as pessoas.

    •    Não se sentem engrandecidos ao se defrontarem com as fraquezas dos outros. Não rotulam as pessoas, evitam pré-julgar, categorizar ou                  estereotipar. Esta atitude, de  sua parte, cria um ambiente propício tanto para seu próprio crescimento como também de toda sua equipe.

    •    Suas vidas são equilibradas: são sociáveis, possuindo vários amigos. Mantêm-se atualizados em relação aos assuntos e eventos mais                         recentes. São fisicamente e intelectualmente ativos, com muitos interesses. Divertem-se imensamente, distraem-se muito.

    •   Possuem um humor saudável. São dotados de alta consideração e honestidade para consigo. Reconhecem seu próprio valor, que se manifesta          através de sua coragem e de sua integridade.

•   Comunicam-se de forma aberta, simples, direta e não manipuladora. Pensam em termos de contínuos, prioridades e hierarquias, mas                        mantêm princípios absolutos. Suas ações são proporcionais à situação, ponderadas, temperadas, moderadas e sábias.

    •   Vivem sensatamente no presente, planejam cuidadosamente o futuro, e 8 adaptam-se com flexibilidade às circunstâncias mutáveis. Têm boa         vontade em admitir e esquecer erros, em executar com alegria as tarefas que os esperam. Não precisam manipular, seja através do medo ou da         auto-piedade.

   •   Sentem-se genuinamente felizes com os sucessos dos outros. Aceitam tanto o elogio quanto a culpa de forma equilibrada. Para eles, o único             fracasso real é a experiência através da qual nada foi aprendido.

•   Disponibilidade de correr riscos: um de seus princípios definidos é a flexibilidade; sua segurança está em sua iniciativa, expediente, c                         criatividade, força de vontade, coragem, energia e inteligência, ao invés de depender da segurança, proteção e abundância das áreas de                     conforto. Buscam territórios desconhecidos, certos de que irão     ao encontro do crescimento e de novas contribuições.

    •  São sinérgicos: ou seja, são catalisadores de mudanças. Trabalham de forma árdua e inteligente, sendo extremamente produtivos, mas de                 formas novas e criativas. Em trabalhos de equipe, procuram complementar suas fraquezas com a força dos outros.

    •  Delegam poderes para obter resultados, uma vez que confiam nas forças e capacidades alheias. Não se sentem ameaçados pelos outros serem          mais fortes em determinados aspectos.

     •  Em negociações, procuram focalizar nos interesses e preocupações das outras pessoas, ao invés de disputar posições. Aos poucos, sua                        sinceridade é reconhecida pelos  outros, que se tornam parte de um processo criativo de solução de problemas. Chegam então, a soluções                  sinérgicas, superiores às obtidas por conciliação, onde todos cedem e recebem pouco.

      • Exercitam-se pela auto-renovação: regularmente exercitam as quatro dimensões humanas – física, mental, emocional e espiritual. Mantêm            atividades físicas regulares (aeróbicas, alongamento e resistência).

    •  Renovam suas mentes através da leitura, solução criativa de problemas, escrevendo ou visualizando. Emocionalmente, esforçam-se para                   serem pacientes, desenvolverem empatia, e aceitar a responsabilidade por suas vidas, decisões e reações. Espiritualmente, se dedicam à                     oração, meditação, jejum ou estudo dos significados da vida.

     O mestre Stephen Covey, foi muito feliz em resumir as principais competências de um verdadeiro “Leader Coach”, certamente os grandes desafios para as corporações modernas, são a seleção de pessoas que apresentem disposição a desenvolver estas características, como também a retenção destes talentos dentro de nossas empresas; pois outra característica dos nossos tempos, é a grande mobilidade dos trabalhadores desta nova economia; – agora temos as chamadas gerações Y e agora a Z, são colaboradores que buscam muito mais que oportunidades de trabalho, eles buscam acima de tudo, – um proposito empresarial que esteja alinhado com suas crenças e valores; portanto o cenário do mercado de trabalho é tão complexo quanto é o mercado empresarial, exigindo intenso planejamento estratégico por partes das organizações.

       Uma empresa do mundo atual, seja uma grande organização ou uma empresa do segmento PME, estas empresas precisam estar dispostas a reinventar-se todos os dias, seja na visualização de oportunidades novas comerciais, seja na gestão do processo de inovação empresarial, – outro fator preponderante para os players do século 21, a função inovação; não basta atender bem ao nosso cliente, é necessário surpreende-lo, chegando a torna-lo um verdadeiro promotor de nossas Marcas; portanto não se trata apenas de um processo de venda de produtos e serviços, mas da construção de Marcas que perdurem ao longo de um tempo de incertezas, tudo isso só possível realizar com líderes e equipes de alto desempenho.

           Gestão do Tempo

         A gestão do tempo é outro tema crucial para o processo de coaching de equipes de alto desempenho, visto que o tempo a velha máxima “o tempo é curto” nunca pareceu tão verdadeira; em recente estudo de pesquisadores da reconhecida universidade norte-americana de Harvard, indica que a produção que conhecimento nos últimos 14 anos deste século é maior que todo o conhecimento gerado em toda a história da humanidade, sendo assim o trabalhador da era do conhecimento, como é denominado o profissional dos nosso tempos, deve gerenciar uma enorme quantidade de informações nunca antes visto, além do mais nossas cidades com cada vez mais populosas, geram problemas de mobilidade urbana, além de diversas opções de lazer que consomem parte da nossa agenda diária; outro grande consumidor do tempo das pessoas em nossos dias, é a internet e suas redes sociais, que nos últimos anos revolucionou o processo de comunicação das pessoas em todo o mundo, mas consome boa parte do nosso tempo disponível; portanto é necessário uma boa gestão do tempo para podermos equilibrar nossas funções empresariais com nossa vida pessoal.

         O tempo é um recurso limitante, ele é totalmente irrecuperável na nossa vida. Não é possível expandir a quantidade de tempo disponível na nossa jornada diária, semanal ou anual. Tudo que fazemos exige tempo, isso significa que nossas realizações e a eficácia são definidas, ou limitadas, pela forma como gerenciamos nosso tempo, que é o nosso limitante. Descuidando do gerenciamento do tempo, não será possível alcançarmos uma performance diferenciada; portanto, o gerenciamento do tempo é a base da nossa eficácia pessoal, portanto é preciso desenvolver a liderança pessoal em diversos aspectos para obter uma ótima gestão do tempo; – algumas dicas bastante uteis para uma boa gestão do tempo, encontramos um método muito útil no best-seller escrito pelo autor brasileiro Christian Barbosa – A Tríade do Tempo (Campus 2008), sua metodologia esta fundamenta em 3 princípios básicos, os quais que possuem relação direta com nossa vida pessoal e profissional: Sentido, Realização e Execução:

              • Metas – Mais do que administrar tempo é preciso dar sentido ao tempo. As metas devem estar relacionadas diretamente com nossos                           propósitos de forma consistente, viável e aplicável em nosso dia-a-dia.

             •  Planejamento – Quando as metas são definidas levando-se em consideração o sentido do que deve ser feito, você definiu o que é                                   importante e para onde vai, é  preciso planejar para realiza. O método, orienta a planejarmos em 3 períodos de tempo nossas                                        atividades (ano, mês e  semana), como também definir projetos para execução de atividades complexas e focar na priorização da                                  sua execução.

            • Organização – Uma fase complementar ao processo de planejamento do tempo e que ajuda no processo de gerenciamento do tempo, é a                    organização do nosso ambiente físico, digital e do conhecimento dos inimigos da gestão do tempo, que são os consumidores do tempo                      disponível.

             • Execução – Trata-se de como priorizar nossa rotina diária, com base nas fases anteriores, como também manter o foco                                                  independentemente  das interrupções e urgências que ocorrem ao longo do nosso dia de trabalho.

                Estruturação do Ambiente de Trabalho

              O líder voltado ao alto desempenho, deve preocupar-se em criar um ambiente de trabalho bem estruturado, o que é fundamental para que equipes de alta performance possam desenvolver suas potencialidades e consequentemente atingir os resultados projetados pelas organizações; sendo assim vários campos da ciência estudam maneiras para adequar o ambiente trabalho ao homem – temos a disciplina da ergonomia dentro do campo da engenharia de produção, que estuda a adequação do ambiente físico do trabalho a fisiologia humana; a tecnologia da ergonomia procura reduzir a fadiga laboral, tornando os processos produtivos mais eficientes e seguros; – sem um ambiente ergonomicamente bem projetado, não poderemos obter alta produtividade seja nas plantas de produção industrial, como também nos ambientes dos escritórios administrativos, portanto é estratégico projetar o ambiente laboral levando-se em consideração as características especificas para o desempenho físico de cada trabalho, prevendo até mesmo doenças decorrentes das atividades laborais.

               As pesquisas em psicologia ambiental preocupam-se em definir os cenários social e físico correspondentes ao comportamento das pessoas no cenário laboral, enfatizando a análise dos fatores essenciais para resolução de problemas e criação de ambientes que favoreçam a geração de soluções inovadoras, como exemplo podemos citar a estruturação de espaços dentro da empresa para jogos entre funcionários, existem empresas que permitem ao colaborador até mesmo levar seu bichinho de estimação para o ambiente de trabalho, todos estes aspectos humanizam o ambiente laboral e o fazem mais parecido com nossas casas; estas são idéias muito utilizadas pela indústria da informática e que criam um ambiente mais produtivo.

             Clima Organizacional

            O clima organizacional, é outro aspecto da psicologia empresarial, e que está ligado diretamente ao desempenho das equipes de trabalho;                 neste âmbito dois pontos devem ser estudados para o aprimoramento do ambiente das empresas:

  • Cultura organizacional é o sistema de valores compartilhados pelos seus membros, em todos os níveis, diferenciando uma organização das demais. Representa as normas informais e não escritas que orientam o comportamento dos membros de uma organização no dia-dia, orientando suas ações para o alcance dos objetivos organizacionais; merece estudo e disposição para aprender com a dinâmica de cada empresa, e assim podendo gerenciar os processos de mudança corporativos, equilibrando com a satisfação das necessidades dos colaboradores, e as demandas dos Clientes, que são a razão de qualquer empresa existir.
  •  A pesquisa do clima organizacional é um processo sistêmico e fundamental para avaliação de diversos fatores que interferem na satisfação/insatisfação do trabalhador em relação ao ambiente organizacional; permitindo intervenções localizadas para melhoria do clima da organização, por meio de identificações verificadas no local de trabalho, aprimorando as políticas de gestão de pessoas referentes à qualidade de vida, a da efetiva redução do índice de rotatividade e absenteísmo dos recursos humanos.

              Estilos de liderança

            O Estilo de liderança, sempre foi um tema complexo e que mereceu profundo estudo pela ciência da administração empresarial, por estar                  diretamente ligado com as reações do comportamento humano; entretanto a liderança é imprescindível que seja situacional, flexível e                        adaptada aos resultados que se pretende alcançar; portanto precisamos conhecer as características dos principais perfis de liderança,                        conforme detalhados abaixo; para que desta forma possamos desenvolver lideres capazes de conduzir efetivamente suas equipes aos                            resultados projetados:

  • Liderança Autocrática: é um estilo de liderança em que o líder é focado apenas nas tarefas, e suas decisões costumam ser tomadas isoladamente, sem a participação dos colaboradores. É também chamada Liderança Autoritária.
  • Liderança Democrática: é um estilo de liderança voltada para a participação das pessoas nos processos decisórios. Também chamada de liderança participativa ou liderança consultiva; é um estilo de liderança apreciado pelos colaboradores mais jovens.
  • Liderança Liberal: é um estilo de liderança que deixa as pessoas à vontade para realizar as tarefas e projetos por acreditar que a equipe já é madura o suficiente e não precisa de supervisão constante. Pode acarretar em uma liderança negligente e fraca, onde o líder não verifica falhas do processo, consequentemente, não promove medidas que são necessárias para melhoria da produtividade empresarial.
  • Liderança Paternalista: esta linha de liderança é muito perigosa, porque a relação entre o líder e os liderados é algo similar à relação de pai para filho. As relações interpessoais são muito fortes, e isso pode até ser muito confortável para os liderados, mas pode trazer sérios riscos à estabilidade e ao desempenho da empresa num sentido mais corporativo, visto que em uma relação profissional o equilíbrio deve sempre prevalecer.

            Observamos ainda outros aspectos importantes, e que complementam o perfil dos líderes no desempenho de sua liderança:

  •  Líder Técnico: é o tipo de líder em que as pessoas depositam grande confiança e segurança devido a ele ser muito bom no que faz e ter um alto nível de conhecimento técnico e científico nos assuntos do dia a dia do trabalho. É o tipo de pessoa que sabe os caminhos para executar os processos e atingir metas e objetivos que foram planejados. Na hora dos momentos mais complicados, chame-o que ele resolve.
  •  Líder Carismático ou Motivador: é o tipo de pessoa que consolida uma liderança no grupo por estar sempre demonstrar alegria e bom humor com os demais membros da equipe, na hora certa, no lugar certo, nas pessoas certas, e por deixar o ambiente mais leve. Não precisa ter um cargo de destaque na organização, mesmo assim este líder possui grande influência, mesmo que a empresa como um todo não o perceba, este líder torna o ambiente agradável, fazendo com que as pessoas trabalhem com mais entusiasmo e mais descontraídas, gerando assim resultados mais elevados.

             Conclusões para uma Liderança de Alta Performance 

“O que não pode ser medido não pode ser melhorado.”

                                                                                                                            Peter Drucker

“Empresas bem-sucedidas mantêm a simplicidade como base no seu core business.”
Do Livro – O poder dos Modelos Replicáveis

Chris Zook e James Allen

           Com base nesta celebre afirmação do mestre da administração moderna, Mr.Peter Druker, que enfatiza a importância de gerenciar nossas empresas com indicadores bem definidos para que seja possível melhorar o desempenho das organizações, de outra forma não existe base para poder nortear o processo de gerenciamento das organizações.

           A simplicidade dos modelos de negócios, também e uma questão central para a gestão das empresas modernas, sendo outro pilar estratégico para as empresas que buscam alcançar alta performance; os criadores da Bain Company, uma das principais empresas de consultoria do mundo, Mr.Zook e Mr.Alle, afirmam em seu livro best-seller, “O poder dos modelos replicáveis”: Como algumas das empresas mais conhecidas e rentáveis do mundo combinam um modelo de diferenciação central com a velocidade, a adaptabilidade e a simplicidade, para erguê-las ao topo, durante longos períodos de tempo.

        Com base nestas duas reflexões poderosas, que estes grandes pensadores da administração moderna escreveram em suas obras, verificamos que além de todas as competências profissionais que estudamos ao longo deste capitulo, para uma efetiva liderança situacional, – é necessário que o líder-coach acompanhe o desempenho de suas equipes, sem perder a simplicidade do seu modelo de negócio; portanto um processo de coaching voltado a alta performance de equipes passa gerenciamento e simplificação.

      Durante minhas palestras sobre o método GOLF 4BUSINESS, metodologia que desenvolvi para ajudar as empresas no processo de liderança estratégica, tenho falado de forma contundente pelo Brasil afora, que a semelhança que existe entre um golfista e um líder empresarial, reside no fato de que ambos devem ter uma preparação intensa e planejar meticulosamente cada detalhe da sua estratégia competitiva; – tendo em mente a aproximação dos objetivos a alcançar, cada etapa da competição deve ser executada com maestria, buscando executar cada parte do plano com alta performance, portanto a auto-gestão e a visão da correta direção as metas estabelecidas, são fundamental para um golfista e para um líder empresarial.

       Tudo começa no estudo das características do ambiente onde será disputada a competição, pois nenhum campo de golfe é igual ao outro, ao mesmo tempo nenhum mercado empresarial é igual ao outro, – sendo assim cada golfista precisa saber antecipadamente, suas metas e obstáculos que irá encontrar ao longo do campo, para poder assim cumprir cada um dos 18 alvos com menor número de tacadas possível. Da mesma forma um líder empresarial, deve preocupar-se com sua estratégia empresarial, conhecer sua equipe de trabalho, suas metas empresarias, persistente para supera dificuldades, por último, é preciso ter confiança no seu próprio potencial e da sua Equipe, para assim poder conquistar as vitorias no ambiente empresarial.

Desejo Sucesso a todos Vocês no exercício da sua Liderança!

Carlos Moura

Palestrante e Consultor Empresarial.

Fundador e CEO da Athena Trading International, atuante em mais de 35 países.
Bacharel em Administração de Empresas e MBA Marketing e Vendas.
Criador da Metodologia GOLF 4BUSINESS, que aplica os princípios do jogo para a Gestão Estratégica Empresarial.